Esporte & Aventura
Bikes passeios, eventos, rapel, trilhas, dicas e turismo em geral.
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
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sábado, 18 de fevereiro de 2017
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017
terça-feira, 31 de janeiro de 2017
domingo, 4 de dezembro de 2016
quinta-feira, 1 de dezembro de 2016
sábado, 26 de novembro de 2016
domingo, 6 de novembro de 2016
Como Escolher Corretamente Um Selim de Bicicleta
Todo ciclista sabe que a escolha correta de um selim contribui para o conforto e desempenho na pedalada. Na verdade, o único modelo de selim que pode oferecer conforto total é aquele encontrado nos modelos de bike urbanas! Seu sistema de molas, aliado ao seu tamanho generoso, pode ser comparado facilmente à cadeira de balanço da vovó, mas não deve ser utilizada em Mountain bike. Se você insistir na ideia, chegará a conclusão que um selim grande e macio pode ser tremendamente desconfortável nas subidas, atrapalha perigosamente nas descidas e, de quebra, acrescenta uma peso considerável a sua bicicleta, algo que ninguém deseja.
O que pode ser feito então? Felizmente, os fabricantes de selins estão sempre preocupados em criar produtos que ofereçam o balanço perfeito entre performance e conforto. Isto significa projetar e produzir um selim de qualidade que não irá incomodá-lo, mesmo após um percurso de 50 km em trilhas.
Em sua busca pelo selim perfeito, você irá deparar-se com uma infinidade de argumentos dos fabricantes elogiando seus próprios modelos. Na verdade, a regra para se escolher um selim é clara: a largura entre os ísquios (ossos que constituem a zona inferior do quadril e que apoiam o corpo quando estamos sentados) deve ser correspondente à largura do selim (veja foto abaixo). Devido ao fato de que cada ciclista possui uma anatomia distinta, a melhor maneira de verificar se o selim é confortável para você é testando-o.
As mulheres, que possuem uma maior distância entre os ísquios, necessitam de selins com largura maior em relação aos selins masculinos.
O que pode ser feito então? Felizmente, os fabricantes de selins estão sempre preocupados em criar produtos que ofereçam o balanço perfeito entre performance e conforto. Isto significa projetar e produzir um selim de qualidade que não irá incomodá-lo, mesmo após um percurso de 50 km em trilhas.
Em sua busca pelo selim perfeito, você irá deparar-se com uma infinidade de argumentos dos fabricantes elogiando seus próprios modelos. Na verdade, a regra para se escolher um selim é clara: a largura entre os ísquios (ossos que constituem a zona inferior do quadril e que apoiam o corpo quando estamos sentados) deve ser correspondente à largura do selim (veja foto abaixo). Devido ao fato de que cada ciclista possui uma anatomia distinta, a melhor maneira de verificar se o selim é confortável para você é testando-o.
As mulheres, que possuem uma maior distância entre os ísquios, necessitam de selins com largura maior em relação aos selins masculinos.
Posicionamento do ísquio em relação ao selim
O nariz do selim também é importante, não só pelo conforto, mas também para auxiliar no controle da bike. Se o selim não estiver corretamente ajustado e seu nariz estiver muito alto, isto certamente irá causar problemas.
O posicionamento do nariz do selim está diretamente relacionado com o posicionamento do ciclista na bicicleta. Bicicletas voltadas para competições XC possuem uma postura mais agressiva, na qual o ciclista fica mais inclinado para a frente. O ideal neste caso é que o selim possua o nariz ligeiramente dobrado para baixo. Já em outras modalidades de Mountain bike como o All Mountain e o enduro, é recomendado um selim que tenha um comprimento menor e mais acolchoado na região no nariz.
Provavelmente você já viu nas lojas selins com uma abertura central. Tratam-se dos Selins antiprostáticos, cuja grande vantagem é aliviar a pressão sobre a região do períneo, evitando assim a possibilidade de problemas na próstata, no caso dos homens, obviamente.
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quinta-feira, 27 de outubro de 2016
Quero começar a pedalar! Qual modalidade escolher e qual bike comprar?
Dale galera!, resolvi fazer essa matéria para quem quer começar a pedalar e ainda está confuso com relação a qual modalidade escolher e que equipamento comprar. São dicas bastante simples, mas acredito que podem ajudar a dar uma ajuda para quem é iniciante.
Existem diversas modalidade dentro do ciclismo, porém vamos resumir em três principais: Speed, Mountain Bike e passeio
A modalidade Speed, ou ciclismo de estrada é a mais tradicional dentro do esporte. É uma modalidade que no Brasil tem crescido muito, mas ainda está longe de chegar nos parâmetros dos países da Europa.
As bikes de speed, uma vez que são feitas para serem velozes, não são muito confortáveis. O selim é mais alto do que o guidão, fazendo com que a posição do ciclista fique bastante inclinada para a frente, que causa um pouco de incômodo nas costas e no pescoço, para quem não está acostumado.
As bikes de speed são bem caras. Bicicletas de uma qualidade média/boa chega a custar de 8.000 a 10.000 reais e exigem um certo nível de manutenção.
Uma das facilidade do Speed é a praticidade. Basta você colocar a roupa e sair pedalando na rua. Em outras modalidades, muitas vezes é necessário colocar a bike em um carro e ir até uma trilha, pista ou local onde se pratica o esporte.
Outra vantagem é que como a bike anda mais rápido do que os outros tipos de bike, grandes distância são percorridas com uma certa facilidade. Dando o ciclista a chance de percorrer grandes distância e conheça vários locais em cima de sua bike. Além de ser um esporte que se pratica em equipe, o que traz boas oportunidades de relacionamento com outras pessoas.
Sempre que alguém me pergunta isso, eu dou a mesma sugestão. Compre uma usada! Por que isso?
Se você comprar uma bike usada, conseguirá uma bike importada em boas condições por menos de 2.000 reais. Se você não gostar do esporte, vai conseguir vender a bicicleta por um valor parecido com o que comprou.
Se você comprar uma bike zero e não gostar do esporte, você vai perder muito dinheiro na revenda. Assim como os carros, assim que a bike sai da loja a desvalorização é enorme, principalmente se a bicicleta for nacional. As bikes nacionais tem uma revenda bem ruim. Portanto fica a dica: Não compre uma bike nova para experimentar o esporte
No Brasil é a modalidade mais difundida. Existem dezenas de milhares de praticantes desse esporte no país. Existem muitas competições, muitas trilhas e inúmeros grupos de MTBikers.
O MTB é um esporte que deve ser praticado em trilhas, que muitas vezes são afastados da cidade, que fazem com que o ciclista tenha que se locomover de carro ou por outro meio de transporte até o local desejado. Isso causa uma certa mão de obra que muitas vezes desanima a prática do esporte.
Outro ponto negativo é a manutenção das bikes. Uma vez que estão sempre sujeitas e condições de terreno extrema, muitas vezes a bike acaba necessitando de manutenção frequente, isso acaba trazendo gastos ao ciclista.
O contato com a natureza, a diversidade de ambientes e locais por onde você pode passar com a sua bike. São apenas algumas das vantagens de se praticar esse excelente esporte.
Como existem diversos grupo de MTBikers, é extremamente fácil para os iniciantes se inserirem no esporte. Os grupos possuem os mais variados níveis e formas de organização, que acolhem os novatos.
A mesma sugestão para as bike de Speed se aplicam a essa modalidade, porém um cuidado bem maior precisa ser tomado na hora de escolher a sua bike.
Bicicletas de Mountain Bike usadas podem estar em péssimo estado de conservação devido ao ambientes por onde elas costumam passar. Portanto fica a dica, procure comprar bicicletas de pessoas com mais idade, que participam de grupo de passeio e não de atletas competitivos.
Essa modalidade é escolhida por muita gente. É a modalidade escolhida por pessoas que somente querem passear de bike duas.três vezes por semana, com sua família em parques e etc…
É um esporte extremamente saudável e prazeroso , que custa pouco e melhora bastante a qualidade de vida de quem o pratica. Assim como o Mountain Bike, existem muitos grupos de ciclismo recreativo no país, o que facilita a inserção no esporte.
Se você é uma pessoas competitiva esse esporte não é para você.
Qual bike comprar?
Uma bike confortável! O fator mais importante para as bikes de passeio é o conforto. Equipamento sofisticados são importantes para bikes de competição, para passeio não.
Se você nunca pedalou e não tem certeza se vai continuar no esporte, não gaste muito. Procure também comprar bikes com grupos shimano. Mesmo os modelos mais simples possuem uma boa qualidade e desregulam pouco, facilitando a vida do ciclista.
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Qual modalidade escolher?
Existem diversas modalidade dentro do ciclismo, porém vamos resumir em três principais: Speed, Mountain Bike e passeio
Speed
A modalidade Speed, ou ciclismo de estrada é a mais tradicional dentro do esporte. É uma modalidade que no Brasil tem crescido muito, mas ainda está longe de chegar nos parâmetros dos países da Europa.
Desvantagens
As bikes de speed, uma vez que são feitas para serem velozes, não são muito confortáveis. O selim é mais alto do que o guidão, fazendo com que a posição do ciclista fique bastante inclinada para a frente, que causa um pouco de incômodo nas costas e no pescoço, para quem não está acostumado.
As bikes de speed são bem caras. Bicicletas de uma qualidade média/boa chega a custar de 8.000 a 10.000 reais e exigem um certo nível de manutenção.
Vantagens
Uma das facilidade do Speed é a praticidade. Basta você colocar a roupa e sair pedalando na rua. Em outras modalidades, muitas vezes é necessário colocar a bike em um carro e ir até uma trilha, pista ou local onde se pratica o esporte.
Outra vantagem é que como a bike anda mais rápido do que os outros tipos de bike, grandes distância são percorridas com uma certa facilidade. Dando o ciclista a chance de percorrer grandes distância e conheça vários locais em cima de sua bike. Além de ser um esporte que se pratica em equipe, o que traz boas oportunidades de relacionamento com outras pessoas.
Qual bike comprar?
Sempre que alguém me pergunta isso, eu dou a mesma sugestão. Compre uma usada! Por que isso?
Se você comprar uma bike usada, conseguirá uma bike importada em boas condições por menos de 2.000 reais. Se você não gostar do esporte, vai conseguir vender a bicicleta por um valor parecido com o que comprou.
Se você comprar uma bike zero e não gostar do esporte, você vai perder muito dinheiro na revenda. Assim como os carros, assim que a bike sai da loja a desvalorização é enorme, principalmente se a bicicleta for nacional. As bikes nacionais tem uma revenda bem ruim. Portanto fica a dica: Não compre uma bike nova para experimentar o esporte
Mountain Bike
No Brasil é a modalidade mais difundida. Existem dezenas de milhares de praticantes desse esporte no país. Existem muitas competições, muitas trilhas e inúmeros grupos de MTBikers.
Desvantagens
O MTB é um esporte que deve ser praticado em trilhas, que muitas vezes são afastados da cidade, que fazem com que o ciclista tenha que se locomover de carro ou por outro meio de transporte até o local desejado. Isso causa uma certa mão de obra que muitas vezes desanima a prática do esporte.
Outro ponto negativo é a manutenção das bikes. Uma vez que estão sempre sujeitas e condições de terreno extrema, muitas vezes a bike acaba necessitando de manutenção frequente, isso acaba trazendo gastos ao ciclista.
Vantagens.
O contato com a natureza, a diversidade de ambientes e locais por onde você pode passar com a sua bike. São apenas algumas das vantagens de se praticar esse excelente esporte.
Como existem diversos grupo de MTBikers, é extremamente fácil para os iniciantes se inserirem no esporte. Os grupos possuem os mais variados níveis e formas de organização, que acolhem os novatos.
Qual bike comprar?
A mesma sugestão para as bike de Speed se aplicam a essa modalidade, porém um cuidado bem maior precisa ser tomado na hora de escolher a sua bike.
Bicicletas de Mountain Bike usadas podem estar em péssimo estado de conservação devido ao ambientes por onde elas costumam passar. Portanto fica a dica, procure comprar bicicletas de pessoas com mais idade, que participam de grupo de passeio e não de atletas competitivos.
Passeio/Recreação
Essa modalidade é escolhida por muita gente. É a modalidade escolhida por pessoas que somente querem passear de bike duas.três vezes por semana, com sua família em parques e etc…
Vantagens
É um esporte extremamente saudável e prazeroso , que custa pouco e melhora bastante a qualidade de vida de quem o pratica. Assim como o Mountain Bike, existem muitos grupos de ciclismo recreativo no país, o que facilita a inserção no esporte.
Desvantagens
Se você é uma pessoas competitiva esse esporte não é para você.
Qual bike comprar?
Uma bike confortável! O fator mais importante para as bikes de passeio é o conforto. Equipamento sofisticados são importantes para bikes de competição, para passeio não.
Se você nunca pedalou e não tem certeza se vai continuar no esporte, não gaste muito. Procure também comprar bikes com grupos shimano. Mesmo os modelos mais simples possuem uma boa qualidade e desregulam pouco, facilitando a vida do ciclista.
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domingo, 23 de outubro de 2016
Dr. Clauber: "Ciclismo e dor no joelho"
Vários estudos em atletas mostram que as lesões do joelho, incluindo a dor anterior e a síndrome patelo-femoral, são as lesões por sobrecarga mais comuns atendidas nos centros de medicina esportiva.
As lesões por sobrecarga acontecem quando o tecido é submetido a carga repetitiva em nível submáximo, levando a fadiga. Quando não acontece recuperação adequada, ocorre resposta inflamatória, com liberação de substâncias vasoativas, células inflamatórias e enzimas, com consequente dano ao tecido, eventualmente configurando lesão clínica evidente.
Nos casos crônicos, a atividade repetitiva produz mudanças degenerativas, levando a fraqueza, perda de flexibilidade e dor músculo-esquelética.
As causas de dor no joelho no ciclismo são basicamente devidas a: Fatores Anatômicos, Problemas no Ajuste da Bicicleta e Erros de Treinamento.
Como exemplos de Fatores Anatômicos temos:
- Assimetria dos membros inferiores levando a dor na banda iliotibial e posterior, devido ao consequente alongamento no membro mais curto, a cada pedalada.
- Pelve larga (comum em mulheres), aumenta o estresse lateral no joelho.
- Pés planos e pronação exagerada, relacionado a dor medial do joelho.
- Fraqueza dos músculos quadríceps, isquiotibiais, flexores do quadril e glúteos, com consequente técnica ineficiente e sobrecarga.
- Falta de flexibilidade dos membros inferiores, levando a síndrome da banda iliotibial.
O Ajuste da bicicleta é primordial:
- O selim alto demais ou muito para atrás ocasiona extensão exagerada do joelho, irritando a banda iliotibial, estressando o tendão do bíceps femoral, sobrecarregando a articulação patelo-femoral e gerando dor posterior no joelho.
- O selim baixo demais ou muito para frente gera hiperflexão do joelho, com dor anterior e estresse dos tendões patelar e quadricipital.
- A rotação interna do taquinho leva a estresse anterior e lateral do joelho e a rotação externa a estresse medial.
Como Erros de Treinamento ressaltamos:
- Aumento muito rápido no volume e/ou intensidade de treinamento.
- Excessivo treinamento de subida.
- Excessivo treinamento com cadência baixa e de força elevada.
Consulte o médico especialista se você apresenta dor no joelho no ciclismo, com o diagnóstico adequado, estarão assegurados o tratamento e a prevenção de futuras lesões.
Rua Verbo Divino, 926 – Granja Julieta – CEP: 04719-001 – Fone: 5184-1003
As lesões por sobrecarga acontecem quando o tecido é submetido a carga repetitiva em nível submáximo, levando a fadiga. Quando não acontece recuperação adequada, ocorre resposta inflamatória, com liberação de substâncias vasoativas, células inflamatórias e enzimas, com consequente dano ao tecido, eventualmente configurando lesão clínica evidente.
Nos casos crônicos, a atividade repetitiva produz mudanças degenerativas, levando a fraqueza, perda de flexibilidade e dor músculo-esquelética.
As causas de dor no joelho no ciclismo são basicamente devidas a: Fatores Anatômicos, Problemas no Ajuste da Bicicleta e Erros de Treinamento.
Como exemplos de Fatores Anatômicos temos:
- Assimetria dos membros inferiores levando a dor na banda iliotibial e posterior, devido ao consequente alongamento no membro mais curto, a cada pedalada.
- Pelve larga (comum em mulheres), aumenta o estresse lateral no joelho.
- Pés planos e pronação exagerada, relacionado a dor medial do joelho.
- Fraqueza dos músculos quadríceps, isquiotibiais, flexores do quadril e glúteos, com consequente técnica ineficiente e sobrecarga.
- Falta de flexibilidade dos membros inferiores, levando a síndrome da banda iliotibial.
O Ajuste da bicicleta é primordial:
- O selim alto demais ou muito para atrás ocasiona extensão exagerada do joelho, irritando a banda iliotibial, estressando o tendão do bíceps femoral, sobrecarregando a articulação patelo-femoral e gerando dor posterior no joelho.
- O selim baixo demais ou muito para frente gera hiperflexão do joelho, com dor anterior e estresse dos tendões patelar e quadricipital.
- A rotação interna do taquinho leva a estresse anterior e lateral do joelho e a rotação externa a estresse medial.
Como Erros de Treinamento ressaltamos:
- Aumento muito rápido no volume e/ou intensidade de treinamento.
- Excessivo treinamento de subida.
- Excessivo treinamento com cadência baixa e de força elevada.
Consulte o médico especialista se você apresenta dor no joelho no ciclismo, com o diagnóstico adequado, estarão assegurados o tratamento e a prevenção de futuras lesões.
Rua Verbo Divino, 926 – Granja Julieta – CEP: 04719-001 – Fone: 5184-1003
2º PEDAL DA PAZ (Clique aqui)
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quinta-feira, 13 de outubro de 2016
Cicloturismo da Carne de Sol em Montanha-ES
Olá pessoal! A Equipe Corujas Bike convida você e A sua família para participarem do nosso passeio ciclístico, Cicloturismo da Carne de Sol em Montanha-ES, no dia 06/11/2016. Recepcionaremos as equipes que chegarem no sábado, com um delicioso Costelão no fogo de chão. No domingo haverá um super café da manhã e após o passeio, teremos aquele almoço espetacular com a saborosa carne de sol. E para nossas crianças haverá espaço Kids. Sua presença é essencial para nós! Grande abraço da Equipe Corujas!
Mais informações:
www.facebook.com/corujasbike
Télis Buelone 27-99917-7877
Tarcísio Depolo 27-99794-0106
Henning kreling 27-99639-9170
Mais informações:
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Télis Buelone 27-99917-7877
Tarcísio Depolo 27-99794-0106
Henning kreling 27-99639-9170
quarta-feira, 12 de outubro de 2016
Importância da Hidratação no Desempenho Físico
A depleção energética resulta na fadiga muscular, o estresse do exercício e acentuado pela desidratação aumentando a temperatura
corporal prejudicando as respostas fisiológicas e o desempenho físico, levando em risco a saúde.
O aumento da concentração de sódio e diminuição do volume sanguíneo resulta na maior percepção de sede, se a ingestão for somente de água rapidamente desaparecera a sede, devido a alterações na pressão osmótica, porem não será suficiente para a reposição hídrica.
O ser humano tem pouca percepção de tomar liquido na mesma proporção na qual são perdidos, pois não se deve depender de sentir sede para beber água.
Nutricionista: Iza Storck:
Fone: (27) 99687-2065
#NutrizaStorck
terça-feira, 11 de outubro de 2016
Musculação Para Ciclistas
Pedalar. Um dos esportes mais prazerosos que existe, seja ele urbano, de montanha ou mesmo na estrada. Sem falar naquele passeio de família em parques e ciclofaixas.
Como todo esporte, que você pretenda praticar com maior frequência, deve-se preparar o corpo para tal. Nesse ponto entra a musculação, que ajuda no preparo das articulações para o movimento repetitivo.
Treinos de força, resistência e propriocepção são necessários para um melhor rendimento das suas pedaladas. Nesse artigo explicarei o que treinar e darei alguns exemplos de exercício para um treino de resistência.
Como todo esporte, que você pretenda praticar com maior frequência, deve-se preparar o corpo para tal. Nesse ponto entra a musculação, que ajuda no preparo das articulações para o movimento repetitivo.
Treinos de força, resistência e propriocepção são necessários para um melhor rendimento das suas pedaladas. Nesse artigo explicarei o que treinar e darei alguns exemplos de exercício para um treino de resistência.
Treino de Musculação Para Ciclistas – Vamos Dividir o Corpo em Partes
-Pescoço: A posição do pescoço muda de acordo com a postura escolhida no momento do pedal (sentado ou em pé fora do banco), portanto é importante que você, ciclista, tenha alongamento na parte de trás do pescoço e parte de cima das costas (cervical e torácica), também deve ter força no músculo Trapézio que faz a sustentação da cabeça.
Exercícios: Remadas altas são bem-vindas, com séries de resistência muscular (12 a 15 repetições), carga 70% da máxima.
-Ombros/Deltoides, Cotovelos e Punhos: São muito solicitados principalmente quando o ciclista de montanha decide fazer “Downhill” que é a descida de montanha em velocidade elevada, com muitos trancos por causa dos buracos e mudanças bruscas de direção. Exercícios: elevações laterais, desenvolvimentos, tríceps francês, tríceps banco e rosca direta, séries de resistência de 12 a 15 repetições, carga a 70% da máxima.
-Costas: Elas ficam expostas por muito tempo, por causa da posição inclinada à frente, portanto é muito importante que sua região lombar seja muito forte, evitando dores durante e futuras. Exercícios: Extensão do quadril, puxador pulley e remada baixa. Se você é um ciclista iniciante é necessário que faça um treino de força, com cargas progressivas e repetições até 10 movimentos. Também são bem vindos os exercícios de Pilates, que envolvem a coluna vertebral lombar e ajudam os ciclistas de Triátlon a ficar naquela posição mais agressiva (inclinado e apoiado nos cotovelos).
-Abdômen: Esse “conjunto de músculos” é o mais importante de todos, está ligado na articulação do quadril, nas pernas, nas costas e peitoral, portanto deve-se tomar um cuidado especial com eles. Eles protegem as costas dos impactos provocados enquanto pedala. Exercícios: Séries de abdominal superior e inferior encaixam bem aqui. Sempre com grande quantidade de repetições, 30 ou mais por série.
-Pernas/quadríceps, posteriores, adutores e abdutores: Principal mecanismo propulsor no pedal, o quadríceps (parte da frente da coxa), é constantemente solicitado seja nas retas ou nas subidas, são auxiliados pelos posteriores (músculo de trás da coxa) durante o ciclo da pedalada, na fase ascendente do pedal. Adutores e abdutores fortalecidos previnem lesões na articulação do quadril. Vasto medial forte protege o joelho. Exercícios: Agachamento, leg press, cadeira extensora e flexora, mesa romana (alternando exercícios de força: poucas repetições e carga maior, com exercícios de resistência: maior quantidade de repetições e carga intermediaria), maquinas de adutor (a que fecha) e abdutor (a que abre), estas duas ultimas sempre com muitas repetições, acima de 20 movimentos.
-Pernas/Panturrilhas ou Gêmeos: Separado propositalmente, este conjunto de músculos, denominado Tríceps Sural e mais conhecido pelos nomes acima, merece uma atenção cuidadosa: são eles que protegem e acionam a articulação do tornozelo. Caso você use tênis, esta articulação deve sustentar o movimento e não deixar seus pés saírem de cima do pedal.
Se você usa sapatilhas ou firma-pé (aquelas tiras que seguram o pé no pedal), a articulação fica responsável apenas pelo movimento cíclico. A musculatura é severamente utilizada, por ser pequena se comparada ao quadríceps, ela fica mais cansada.
Exercícios: máquinas para gêmeos, a que mais agradar seu movimento, preferencialmente exercícios de resistência muscular.
Pedalar necessita uma sincronia de movimentos, envolvendo praticamente todos os músculos do corpo, com ênfase para as pernas.
Dependendo da modalidade que você escolheu, ficará mais tempo sentado (passeios, estradas de asfalto e triátlons), sua pelve deve ser protegida pois o peso do tronco ficará esmagando-a no banco. Recomendo Pilates, pelo menos uma vez por semana.
Se você escolheu Mountain Bike ficará em pé grande parte do tempo, em subidas e descidas, necessitando ainda mais equilíbrio ao pedalar, adivinha qual músculo tem essa função? Se respondeu Abdômen acertou, treinado novamente pelo método Pilates.
Independente da maneira que vai usar sua “magrela” é importante que proteja seu corpo fazendo musculação.
Ótimos passeios: Curta também nossa página no Facebook: Esporte & Aventura. e nosso canal no Youtube: Esporte & Aventura.
Exercícios: Remadas altas são bem-vindas, com séries de resistência muscular (12 a 15 repetições), carga 70% da máxima.
-Ombros/Deltoides, Cotovelos e Punhos: São muito solicitados principalmente quando o ciclista de montanha decide fazer “Downhill” que é a descida de montanha em velocidade elevada, com muitos trancos por causa dos buracos e mudanças bruscas de direção. Exercícios: elevações laterais, desenvolvimentos, tríceps francês, tríceps banco e rosca direta, séries de resistência de 12 a 15 repetições, carga a 70% da máxima.
-Costas: Elas ficam expostas por muito tempo, por causa da posição inclinada à frente, portanto é muito importante que sua região lombar seja muito forte, evitando dores durante e futuras. Exercícios: Extensão do quadril, puxador pulley e remada baixa. Se você é um ciclista iniciante é necessário que faça um treino de força, com cargas progressivas e repetições até 10 movimentos. Também são bem vindos os exercícios de Pilates, que envolvem a coluna vertebral lombar e ajudam os ciclistas de Triátlon a ficar naquela posição mais agressiva (inclinado e apoiado nos cotovelos).
-Abdômen: Esse “conjunto de músculos” é o mais importante de todos, está ligado na articulação do quadril, nas pernas, nas costas e peitoral, portanto deve-se tomar um cuidado especial com eles. Eles protegem as costas dos impactos provocados enquanto pedala. Exercícios: Séries de abdominal superior e inferior encaixam bem aqui. Sempre com grande quantidade de repetições, 30 ou mais por série.
-Pernas/quadríceps, posteriores, adutores e abdutores: Principal mecanismo propulsor no pedal, o quadríceps (parte da frente da coxa), é constantemente solicitado seja nas retas ou nas subidas, são auxiliados pelos posteriores (músculo de trás da coxa) durante o ciclo da pedalada, na fase ascendente do pedal. Adutores e abdutores fortalecidos previnem lesões na articulação do quadril. Vasto medial forte protege o joelho. Exercícios: Agachamento, leg press, cadeira extensora e flexora, mesa romana (alternando exercícios de força: poucas repetições e carga maior, com exercícios de resistência: maior quantidade de repetições e carga intermediaria), maquinas de adutor (a que fecha) e abdutor (a que abre), estas duas ultimas sempre com muitas repetições, acima de 20 movimentos.
-Pernas/Panturrilhas ou Gêmeos: Separado propositalmente, este conjunto de músculos, denominado Tríceps Sural e mais conhecido pelos nomes acima, merece uma atenção cuidadosa: são eles que protegem e acionam a articulação do tornozelo. Caso você use tênis, esta articulação deve sustentar o movimento e não deixar seus pés saírem de cima do pedal.
Se você usa sapatilhas ou firma-pé (aquelas tiras que seguram o pé no pedal), a articulação fica responsável apenas pelo movimento cíclico. A musculatura é severamente utilizada, por ser pequena se comparada ao quadríceps, ela fica mais cansada.
Exercícios: máquinas para gêmeos, a que mais agradar seu movimento, preferencialmente exercícios de resistência muscular.
Pedalar necessita uma sincronia de movimentos, envolvendo praticamente todos os músculos do corpo, com ênfase para as pernas.
Dependendo da modalidade que você escolheu, ficará mais tempo sentado (passeios, estradas de asfalto e triátlons), sua pelve deve ser protegida pois o peso do tronco ficará esmagando-a no banco. Recomendo Pilates, pelo menos uma vez por semana.
Se você escolheu Mountain Bike ficará em pé grande parte do tempo, em subidas e descidas, necessitando ainda mais equilíbrio ao pedalar, adivinha qual músculo tem essa função? Se respondeu Abdômen acertou, treinado novamente pelo método Pilates.
Independente da maneira que vai usar sua “magrela” é importante que proteja seu corpo fazendo musculação.
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sábado, 8 de outubro de 2016
sexta-feira, 7 de outubro de 2016
Quando Devo Fazer a Manutenção na Bike?
Tem muito ciclista que não se importa com isso, não coloca nem óleo na corrente de vez em quando, mas tem outros que levam a séria a manutenção da bike, que a princípio pode parecer cara, mas como as bikes e componentes estão muito sofisticados, esse gasto vale a pena!
As manutenções periódicas evitam o desgaste prematuro dos componentes, e até detectam possíveis quebras de cabos de aço, raios, o desgaste das pastilhas de freio, e por aí vai, mas como agendar essas manutenções de forma coerente pra não gastar muito, será que dá? Na oficina, o trabalho pode ser simples ou sofisticado, dependendo do que você faz com a bike e também qual o período entre as manutenções. Quem pedala mais na cidade como lazer ou mobilidade a manutenção é simples, quem faz trilha todos os finais de semana a manutenção é pesada, tem que desmontar tudo mesmo!
Segundo especialistas, quem pedala uma MTB na cidade, pega poeira, alguma chuva, a manutenção deve ser feira 2 vezes por mês, verificando a lubrificação da corrente, pressão dos pneus e a centralização das rodas, principalmente se a bike rodar com pneus mais finos, que sentem mais as irregularidades e buracos.
Principalmente na cidade, pneus bem calibrados durão mais e a bike roda mais rápido!
As manutenções periódicas evitam o desgaste prematuro dos componentes, e até detectam possíveis quebras de cabos de aço, raios, o desgaste das pastilhas de freio, e por aí vai, mas como agendar essas manutenções de forma coerente pra não gastar muito, será que dá? Na oficina, o trabalho pode ser simples ou sofisticado, dependendo do que você faz com a bike e também qual o período entre as manutenções. Quem pedala mais na cidade como lazer ou mobilidade a manutenção é simples, quem faz trilha todos os finais de semana a manutenção é pesada, tem que desmontar tudo mesmo!
Segundo especialistas, quem pedala uma MTB na cidade, pega poeira, alguma chuva, a manutenção deve ser feira 2 vezes por mês, verificando a lubrificação da corrente, pressão dos pneus e a centralização das rodas, principalmente se a bike rodar com pneus mais finos, que sentem mais as irregularidades e buracos.
Principalmente na cidade, pneus bem calibrados durão mais e a bike roda mais rápido!
Rodas bem centralizadas mantém a bike estável, sem puxar ou vibrar, e se os freios atuam nos aros, esse cuidado é fundamental.
Evite lavar a bike com mangueira ou máquinas de alta pressão, muitas vezes o pano úmido resolve, mas se não tiver jeito, esteja disposto a desmontar tudo para repor a lubrificação.
No caso do ciclista que faz trilhas todos os finais de semana, enfrentado poeira, água lama e terreno bem acidentado, é aconselhável desmontar toda a bike para fazer uma manutenção mais detalhada, se estendendo aos cubos, pedais, caixa de direção e de centro, retirando a corrente, desmontando a pedivela e até a suspensão, trocando o óleo alguns veladores, outro componente que normalmente se troca são os cabos dos câmbios.
Essa manutenção deve se repetir toda semana ou após o uso da bike em trilhas pesadas. os componentes estão muito mais sofisticados que os modelos de alguns anos atrás, e eles requerem manutenção especializada, não apenas as ferramentas, mas também conhecimento, produtos que não ataquem o carbono, a anodização e que tenham um cheiro agradável, pois muitas destas bicicletas são transportadas no interior dos veículos.
Fique de olho na limpeza da corrente, coroas e cassettes (Catracas), pois esses componentes sofrem desgaste acentuado em condições extremas de uso.
Chuva e lama podem acelerar o desgaste das pastilhas de freio, e este item também deve ser observado nas manutenções periódicas.
No uso urbano, lubrifique a corrente 1 vez por semana, no fora de estrada, sempre que for fazer trilha, lembrando que existem os óleos para ambientes úmidos e o teflonados para ambientes secos e com poeira.
Com poucos recursos e sem o ferramental adequado, a gente pode ir até certo ponto, quem tem a possibilidade de dar um trato na bike em casa, pode manter limpa e lubrificada a transmissão, utilizando lavadores de corrente, um desengraxante e algumas escovas, pois esses componentes são os que sofrem maior desgaste em condições severas, e para fazer mais do isso, você precisa ter várias ferramentas, cavalete de manutenção, produtos de limpeza especiais, etc, ou considerar a possibilidade de largar as trilhas, mas isso não dá pra fazer não é?
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quarta-feira, 5 de outubro de 2016
terça-feira, 4 de outubro de 2016
TÁ PULANDO MARCHA?
Regulando o Câmbio Traseiro.
Fim
do mistério. Aprenda a regular o câmbio traseiro da bicicleta
Pode parecer difícil ou misteriosa
a regularem dos câmbios traseiros, mas entendendo como funciona e com um pouco
de paciência você mesmo ajusta o da sua bike.
Depois que inventaram os câmbios
indexados (um click = uma mudança), fica muito difícil pedalar uma bike com
câmbio desregulado, fazendo aquele barulhinho chato, dando a impressão de que
vai mudar de marcha a qualquer momento.
Aqueles pequenos parafusos, que
geralmente são para chave Philips, com inscrições “H” e “L” comandam a
regulagem do limite de avanço e retrocesso máximos do transportador da corrente
(peça com duas roldanas por onde a corrente passa). Cada parafuso desses
regula um “batente” para impedir que o câmbio entre na raiação da roda ou que a
corrente caia entre as engrenagens (catraca) e o quadro.
O
parafuso com a inscrição H (high) –
ALTO, representa o batente das marchas pesadas (pinhões pequenos), ou seja, se
estiver bem regulado a corrente não cai entre o quadro e as engrenagens.
O
parafuso com a inscrição L (low) –
BAIXO, representa o batente das marchas leves (pinhões grandes), evitando que o
câmbio entre nos raios, causando a quebra dos mesmos, ou quebra da gancheira do
câmbio.
A dificuldade de entender o processo de regulagem dos parafusos dos batentes deve-se ao fato deles ficarem muito escondidos.

É muito importante manter essas
regulagens em dia para que as trocas de marchas sejam precisas e confiáveis.
Confira no desenho, a função desses parafusos limitadores e também cada peça do
câmbio traseiro.
Este
ajuste está baseado no perfeito alinhamento das roldanas (polias) do
transportador da corrente, com os pinhões (engrenagens da catraca ou cassete).
Para facilitar, solte o cabo de câmbio e movimente manualmente a passagem de
marcha empurrando o câmbio pela ponte de ligação (peça central do câmbio, onde
vai a marca do fabricante). O mais importante é verificar se há alinhamento
entre a polia de cima e os pinhões (primeiro e último). Se não houver
alinhamento, ajuste os parafusos (H) e (L) mantendo o câmbio nas respectivas
posições até concluir as voltas nos parafusos.
Recoloque o cabo do
câmbio, ajustando a tensão pelo esticador de cabo. O cabo deve estar na tensão
exata, se estiver frouxo, não puxa o cabo na medida certa, não fazendo a troca
da marcha, se estiver esticado demais, muda uma marcha e meia. Nos dois casos o
barulhinho chato volta a atacar.
Em alguns
modelos de câmbio é possível ver claramente os batentes e seu funcionamento,
como nesta foto.
Se você ajustou corretamente os
parafusos dos batentes e seu câmbio ainda está fazendo barulho ou apresentando
alguma anomalia, a gancharia de câmbio (peça do quadro na qual é fixado o
câmbio) pode estar desalinhada. O próprio câmbio pede estar torto, e nesses
casos é sempre melhor recorrer a uma oficina de confiança para fazer todos os
ajustes ou substituições de peças ou componentes.
Bom pedal!
quarta-feira, 28 de setembro de 2016
Como Mudar a Marcha de uma Bicicleta
Identificando as Marchas Trocando de Marcha Quando e Como Trocar de Marcha
Cansado de empurrar sua bicicleta colina acima? Comprar uma bicicleta com marcha fará com que as pedaladas sejam mais confortáveis e eficientes, quer você esteja escalando montanhas ou passeando pelas ruas de uma cidade. Aprender o básico do funcionamento das marchas pode mudar completamente a maneira como você anda de bicicleta; assim, veja as fáceis técnicas abaixo ainda hoje e comece a pedalar com estilo!
Identificando as marchas
Esta seção ensina-o a observar se sua bicicleta tem ou não marcha e, se ela tiver, quantas são.
Conte o número de marchas na base dos pedais. Se quiser aprender a mudar a marcha da bicicleta, primeiro precisará de uma que possua marcha. Felizmente, isso é fácil de verificar. Comece olhando os pedais. No centro dos pedais deve haver um ou mais anéis de metal com dentes no exterior que se encaixam na correia. Este é o chamado câmbio dianteiro. Conte quantas engrenagens existem.
A maioria das bicicletas terá entre um e três câmbios dianteiros.
Conte o número de engrenagens na roda traseira. Agora, olhe para a roda traseira. Você deve ver a correia sair do câmbio dianteiro, passando por uma série diferente de anéis no centro da roda. Este é o câmbio traseiro. Conte quantos são.
Se a sua bicicleta tiver marcha, ela terá mais câmbios traseiros que dianteiros, geralmente. Algumas bicicletas têm 10 ou até mais.
Multiplique os dois números para descobrir quantas marchas sua bicicleta tem. Agora basta multiplicar o número de câmbios dianteiros pelo número de câmbios traseiros. Isso resultará no número de marchas que sua bicicleta possui. Algumas pessoas também se referem a esse número como o número de “velocidades”.
Por exemplo, se a bicicleta possuir três câmbios dianteiros e seis traseiros, a sua bicicleta tem 3 × 6 = 18 marchas (ou “velocidades”). Se tiver um câmbio dianteiro e sete traseiros, a bicicleta tem 1 × 7 = 7 marchas.
Se a bicicleta tiver apenas um câmbio dianteiro e um traseiro, ela tem 1 × 1 = 1 marcha. Esse tipo de bicicleta é chamada de "bicicleta de marcha única" ou “sem marcha”. Infelizmente, não é possível mudar de marcha nessas bicicletas.
Trocando de marcha
Use a mão esquerda para mudar o câmbio dianteiro. Bicicletas com marcha quase sempre têm, no guidão, controles para trocar de marcha. Quando usar os controles da mão esquerda, um aro de metal chamado descarrilador troca a correia de um lado para o outro, fazendo-a se prender em um novo câmbio dianteiro. Há alguns mecanismos diferentes para trocar de marcha, que incluem:
O sistema grip shift, que funciona com o movimento do pulso;
Pequenas alavancas acima ou abaixo do guidão, a serem acionadas pelo dedão;
Alavancas maiores perto do freio de mão, acionadas com as pontas dos dedos;
Mais raramente, passadores de marcha elétricos ou alavancas na estrutura da bicicleta;
Use a mão direita para mudar o câmbio traseiro. O câmbio traseiro tem seu próprio descarrilador. Os controles da mão direita irão mover o descarrilador traseiro de um lado para o outro, fazendo com que a correia prenda-se em um novo câmbio traseiro. O câmbio traseiro utiliza quase sempre o mesmo mecanismo que o dianteiro.
Se você não conseguir controlar os controles manuais lembre-se: direita = traseiro, esquerdo = dianteiro.
Diminua a marcha para facilitar as pedaladas, embora assim elas se tornem menos poderosas. Você pode trocar a marcha para facilitar pedalar a bicicleta em certas situações. Por exemplo, trocar para uma marcha “mais lenta” faz com que você pedale mais rápido e com mais facilidade, mas cada pedalada não te levará para tão longe. Há duas maneiras de diminuir a marcha:
Trocar para um câmbio menor na frente.
Trocar para um câmbio maior atrás.
Aumente a marcha e torne as pedaladas mais árduas e poderosas. O oposto de diminuir é aumentar a marcha. Isso faz com que seja mais difícil pedalar, mas cada pedalada o empurrará para mais longe e fará com que você vá mais rápido. Também há duas maneiras de aumentar a marcha:
Trocar para um câmbio maior na frente.
Trocar para um câmbio menor atrás.
Pratique essa troca de marchas em uma área reta. Uma boa maneira de aprender a mudar de marcha é, simplesmente, fazê-lo! Vá para algum lugar seguro e reto (como um parque) e comece a pedalar. Tente usar um dos controles de mão para aumentar ou diminuir a marcha. Você deverá ouvir a correia estalar ou trepidar, assim como sentir que as pedaladas estão ficando mais fáceis ou difíceis, dependendo se você aumentou ou diminuiu a marcha. Tente utilizar ambos os controles para aumentar e diminuir a marcha até você estar familiarizado.
Só troque de marcha quando estiver pedalando para frente. Se estiver acostumado com uma bicicleta onde era preciso pedalar para trás para frear, talvez tenha dificuldade em se acostumar com isso. A correia só pode mudar de marcha se estiver bem esticada, o que requer que você pedale para frente. Se trocar de marcha enquanto estiver pedalando para trás ou sem estar pedalando, a correia não estará esticada o bastante. Assim, quando começar a pedalar de novo, ela pode trepidar ou sair do câmbio. O que não é algo que você queira que aconteça enquanto estiver pedalando.
Quando e como trocar de marcha
Coloque em uma marcha baixa quando começar. As primeiras pedaladas que você dará serão as mais difíceis, uma vez que você precisará sair de uma posição parada para velocidade de cruzeiro. Sempre que começar a pedalar, mude para uma marcha baixa para que seja mais rápido e fácil pegar o ritmo.
Você também vai querer fazer isso sempre que parar completamente e começar a pedalar de novo (como em um sinal vermelho).
Se souber que logo vai parar de pedalar, uma boa ideia é mudar para uma marcha baixa; assim, pode recomeçar com mais facilidade da próxima vez. Isso também vale se você encontrar alguma dificuldade no caminho por exemplo, se a garagem da sua casa for ascendente.
Gradualmente aumente a marcha à medida que ganhar velocidade. Quando começar a ir mais e mais rápido, você vai descobrir que a marcha baixa começará a parecer “fácil demais” depois de um tempo. Se quiser continuar aumentando a velocidade, aumente a marcha. Você notará que ficará mais difícil de pedalar e continuará acelerando.
Se estiver pedalando em um terreno moderado (como ruas urbanas com poucas subidas), uma marcha “mediana” funcionará para a sua velocidade padrão. Por exemplo, se você estiver em uma bicicleta de 18 marchas (três câmbios dianteiros, seis traseiros), usar o segundo câmbio dianteiro e o terceiro traseiro lhe providenciará uma boa opção “mediana”.
Diminua a marcha em subidas. Esta é uma habilidade importante de se aprender — sem ela, você ficará empurrando a pé a sua bicicleta colina acima. É quase impossível subir uma colina com uma marcha alta. Uma marcha baixa fará com que você, lenta e constantemente, se impulsione sem muito esforço extra.
Na primeira vez, talvez você ache difícil subir colinas lentamente com uma marcha baixa. Já que você estará se movendo em uma velocidade baixa, será um pouco mais difícil que o normal se manter equilibrado. Contudo, mover-se lentamente significa que seria fácil colocar o pé no chão caso perca o equilíbrio.
Aumente a marcha em locais retos ou descidas. Se estiver tentando ganhar o máximo de velocidade possível, aumentar a marcha nesse tipo de terreno é a solução. Gradualmente aumente a marcha para que possa continuar acelerando em um ritmo constante até alcançar sua velocidade máxima. Certifique-se de que ande com bastante cuidado quando estiver indo rápido — você pode se machucar com mais facilidade.
Começar com uma marcha alta é uma das únicas maneiras de ser capaz de acelerar enquanto estiver descendo. Marchas mais lentas não farão com que a correia mude rápido o bastante para acompanhar as rodas quando você estiver na descida, tornando basicamente impossível aumentar a velocidade exceto pela própria descida.
Aumente a marcha cuidadosamente para evitar machucar suas articulações. Pode parecer gratificante impulsionar a bicicleta em uma marcha alta, mas isso pode prejudicar o seu corpo ao longo prazo. Esforçar-se para empurrar uma bicicleta que está com uma marcha alta demais pode causar estresse às suas articulações (especialmente aos joelhos), gerando dor e até mesmo problemas nas articulações com o tempo. Também não é um bom exercício para o seu coração e seus pulmões; o melhor é pedalar em uma marcha mais baixa em um ritmo mais estável.
Você pode usar uma marcha alta, mas só deve mudar para ela depois de ter adquirido velocidade gradualmente.
Evite escolher marchas que “entrecortem” a correia. Quando mudar a marcha, talvez note que a correia às vezes aponta para uma direção ligeiramente diagonal. Isso não é um problema, a menos que você escolha uma marcha que faça com que a correia forme um ângulo bastante diagonal. Isso pode fazer com que a correia se desgaste e quebre com o tempo, e pode causar pancadas e deslizamentos a curto prazo. Em geral, é bom evitar que a correia fique no câmbio maior ou o menor tanto na frente quanto atrás. Em outras palavras:
Não utilize o câmbio dianteiro maior com o câmbio traseiro maior.
Não utilize o câmbio dianteiro menor com o câmbio traseiro menor.
Dicas
Em uma subida, mude logo a marcha. Não é bom diminuir a marcha com pressa assim que começar a subir uma colina.
A diferença no tamanho entre o câmbio dianteiro e o traseiro determinará a dificuldade com que você terá que pedalar para andar com a bicicleta e a velocidade que você conseguirá. Por exemplo, se os dois câmbios tiverem quase o mesmo tamanho, então para cada rotação dos pedais, a roda traseira rodará uma vez. Por outro lado, se tiver um câmbio maior na frente e um menor atrás, a roda traseira poderá rodar algumas vezes para cada pedalada. Isso permitirá que você atinja velocidades mais altas, mas, para acelerar, você precisará de mais esforço.
Quando estiver em uma subida, tome cuidado e pedale com uma marcha bastante baixa. Mover suas pernas com maior velocidade e fazendo menos esforço é cansativo, mas melhor para você do que se esforçar na subida. Assim você também poderá escalar colinas maiores.
Muitas pessoas acham que entre 75 e 90 rotações por minuto é a velocidade mais fácil de manter por um período longo de tempo. Nessa velocidade, o seu pedal deverá fazer uma rotação completa antes de você conseguir dizer “mil e um”.
Quando estiver ventando muito, pedale uma marcha abaixo do que o de costume. Você pedalará um pouco mais lentamente, mas será capaz de pedalar por mais tempo em um ritmo constante.
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terça-feira, 27 de setembro de 2016
sexta-feira, 23 de setembro de 2016
Dicas aos Iniciantes
Prezado aluno ou candidato a aluno:
Realizar o sonho de voar é uma conquista muito emocionante, porém o parapente é um esporte perigoso e seu sonho pode se transformar em pesadelo se alguns detalhes importantes não forem observados com toda atenção.
QUALIFICAÇÃO DO INSTRUTOR
Antes de mais nada, seu Instrutor/Escola deve obrigatoriamente ser homologado pela ABP. Essa é a garantia de que ele preenche uma série de requisitos previstos na Norma Regulamentar da entidade que o torna um profissional bem qualificado, com conhecimentos técnicos e práticos suficientes para lhe ensinar com segurança. A seleção de um Instrutor é rigorosa. A ABP quer os melhores instrutores, não basta ser apenas bom. Buscamos a excelência na atividade de instrução e atuamos efetivamente para isso, seja entrando em contato diretamente com os instrutores para verificar desvios de conduta, seja por meio de treinamento nas Clínicas.
Pensando nisso, acabamos de criar a Divisão de Ensino Pesquisa e Desenvolvimento focada exclusivamente na qualidade da instrução. Toda essa preocupação é para que tenhamos pilotos bem formados tecnicamente e moralmente. O nível de risco de nosso esporte não permite que apenas o conhecimento técnico baste para temos pilotos seguros, temos de assegurar a qualidade da formação no aspecto da auto-preservação e responsabilidade.
Habilidade sem responsabilidade é um risco constante para todos...
O QUE ESPERAR E COBRAR NA INSTRUÇÃO
Sabemos um bom planejamento é essencial para garantir a qualidade de um curso; exija isto de seu instrutor/escola. Um bom curso conta com diferentes exercícios técnicos, que juntos criam condições de aprendizado para o novo aluno de forma a garantir sua segurança em voo. Você deverá cumprir exercícios de solo a fim a desenvolver a habilidade de controlar a vela no momento da inflagem. Alguns exercícios como slalom, corridas e especialmente a ênfase na postura devem ser praticados para que você tenha condições de controlar a vela com perfeição durante a inflagem, evitando uma decolagem desastrosa. Os treinos de decolagem de um morrote com desnível de uns 20 metros vai servir para assimilar o processo de decolagem e pouso. Prepare-se para executar estes exercícios de solo e morrote exaustivamente, até a proximidade da perfeição. Você deve ser muito crítico nesta hora e exigir de seu instrutor uma ênfase completa na execução dos exercícios de controle de solo. Eles são garantia da qualidade de seu curso.
Os primeiros voos da rampa servirão para você treinar curvas, aproximação e pouso. Deverão ser realizados após às 16:00hs, fora do horário de turbulência, com a presença obrigatória do Instrutor na Rampa e um monitor no pouso para orientar o pouso até que você tenha habilidade para pousar sem orientação. Não se forma o piloto com um voo, apesar da comemoração do famoso voo de formatura, o primeiro realizado na rampa, serão necessários mais uns 5 a 10 voos monitorados para certificar que o piloto possa realizar seu voo solo, sem acompanhamento do Instrutor.
A fim de garantir a compreensão daquilo que se vai executar, o aluno deve ser capaz de planejar e verbalizar as etapas de seu voo ou exercício, assim como o instrutor deve cobrar este "briefing" de você antes de qualquer atividade, seja ela qual for.
Nas rampas onde houver ascendências dinâmicas que claramente envolvam sua permanência em voo, assim como o ganho de altura, seu Instrutor deve lhe ensinar todas as etapas envolvidas na prática desta modalidade de voo.
O voo de térmica conta com complexidades específicas que são aprendidas após certa experiência e especialmente a execução de exercícios em voo. Em rampas com voo de térmica, todo cuidado deve ser tomado para que você possa voar junto com os pilotos mais experientes. O ideal é que você contrate o curso avançado para voo em térmica, com instruções específicas de navegação, uso do GPS, orientação do resgate, análise de área de pouso desconhecido, rota de voo, planejamento de cross, etc. Além de ser altamente recomendável realizar o SIV, Curso de Pilotagem e Segurança.
TEORIA É OBRIGATÓRIA
O Instrutor deverá realizar aulas teóricas com seus alunos abordando:AEROLOGIA: estudos dos ventos e seu uso prático no reconhecimento de rotores e condições de decolagem, voo e pouso.
AERODINÂMICA: as reações da vela, vento relativo, deriva, stall, etc. manobras com o parapente, panes e como solucionas as panes.
REGULAMENTO DE TRÁFEGO: analisando as restrições de voo local, os espaços aéreos, e regras específicas de voo livre, como prioridades de pouso, ultrapassagens, subidas em térmicas, etc.
MATERIAIS: homologação de velas, seletes e suas aplicações, reservas adequados ao peso, equipamentos eletrônicos, equipamentos obrigatórios e conservação e manutenção de todo o material que você usa.
METEOROLOGIA: estudo das nuvens e sua aplicação prática ao voo, microclima da sua região, direção geral dos ventos no seu local, rosa dos ventos, etc.
Existem livros nacionais sobre o voo livre abordando estes assuntos, recomendamos que sejam lidos todos eles.
Para você mudar para a condição de Piloto Nível 1, habilitado para voar solo, alé de realizar o treinamento prático, você terá que realizar uma prova teórica da ABP por meio do Gestor da ABP do seu Clube.
EQUIPAMENTO ADEQUADO E OBRIGATÓRIO
O Instrutor tem condições de lhe orientar na aquisição de seu primeiro equipamento, que deve ser uma vela que tenha a classificação EN A ou DHV 1, com tamanho adequado ao seu peso, nem maior, nem menor. Uma selete também adequada para o seu biotipo, reserva de acordo com o seu peso, capacete e rádio, completam o equipamento básico.
Este equipamento inicial deverá ser usado por no mínimo de 2 a 3 anos, quando o piloto, se desejar pode trocar a vela por um nível acima, ou seja, a EN B low ou DHV 1/2. Lembre-se que sua vela deve ser revisada anualmente para evitar colapsos estruturais e manter os padrões de homologação do fabricante.
COMPORTAMENTO DO INSTRUTOR
Ele é o responsável direto por sua formação, é esperado dele: seriedade, responsabilidade, assiduidade, pontualidade, conhecimento e total comprometimento com a instrução. Uma vez acordado o treinamento que será dado (lift ou cross), locais de treinamento, horários e pagamento, o Instrutor será responsável por oferecer o treinamento adequado ao seu local de voo e zelar para que você voe nas condições de segurança que o seu nível de aprendizado oferece.
COMPORTAMENTO DO ALUNO
Você NUNCA deverá voar sem a presença de seu Instrutor enquanto estiver na condição de Aluno em Instrução, sob pena de ser desligado do Curso por conduta de risco, já que você ainda não adquiriu condições de avaliar todos os fatores que atentam quanto a sua segurança e de terceiros.
Você deverá dedicar-se evitando faltas desnecessárias e apresentar-se nos treinamentos sempre descansado e sem influências de quaisquer substâncias que prejudiquem seus reflexos , sua capacidade de compreensão e julgamento. Faça um check-up antes de iniciar o esporte conversando com seu médico a respeito para averiguar se não há nenhum impedimento com o crises agudas de labirintite, desvios sérios de coluna, osteoporose, problemas cardíacos, etc. Mantenha um condicionamento físico mínimo para praticar o esporte com tranquilidade.
Acatar as orientações do Instrutor e sanar todas as suas dúvidas com o mesmo.
Seguindo estas orientações, esperamos que você realize seu sonho e venha participar das Clínicas e se manter atualizado tecnicamente.
ABP - Associação Brasileira de Parapente
DEPED - Divisão de Ensino Pesquisa e Desenvolvimento
quinta-feira, 22 de setembro de 2016
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